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Ciclo de Estudos Os Sentidos da Observação

Ciclo de Estudos Os Sentidos da Observação

Ciclo de estudos online
  • Início das vendas 31/03/2024
  • 20 horas de carga horária
  • 29 alunos
  • 3 aulas
  • 1 módulo de conteúdo
  • Última atualização 30/03/2024

6x R$ 67,88

R$ 360,00 à vista

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Sobre o Curso


100% online

10 dias, 10 pessoas trazendo suas formas de pensar e sentir

Curadoria de Edith Derdyk


Nossos encontros serão nutridos por distintas óticas regadas por campos de saberes oriundos de experiências nascentes tomando o partido das investigações de artistas e cientistas sobre, com, ao redor e a partir das noções do que seja observação. 

Ativar os sentidos do corpo urge como necessidade vital.  A visão, o olfato, o paladar, a audição, o tato, além dos sentidos impalpáveis e invisíveis, são nossas ignições para a produção de sentidos em nossas vidas, em nossos fazeres – do ordinário ao extraordinário. 


Como o Ciclo (nos) acontece

online e ao vivo

de 07 a 22/05

10 Encontros de terça à sexta-feira das 19h30 às 21h 

Se você não puder assistir a todos os encontros ao vivo, informamos que eles são gravados e disponibilizados em nossa plataforma de estudos. Os participantes inscritos no ciclo terão 3 meses de acesso às gravações, além do certificado digital de 20h. 


Plataforma de Estudos

Será um território de muitos encontros e a guardiã das nossas memórias no ciclo. A Plataforma Digital exclusiva d’A Casa Tombada permite que estudantes possam acessar todos os conteúdos disponibilizados ao longo do ciclo. 


O que as pessoas sentem e pensam sobre os Ciclos de Estudo d'A Casa Tombada





Quem Estará Conosco? O que Vamos Estudar?





Encontro 1 - terça-feira, 07/05/24 das 19h30 às 21h


Entre observar e absorver, os sentidos consagram pluriversos                 

Como observar com o corpo inteiro? Quais são os sentidos em jogo quando observamos?  Especular os sentidos da observação com o corpo inteiro será o nosso desafio! Observar talvez seja um modo de presentificar nossos corpos, aqui e agora, habitando mundos, compondo artefatos, inventando línguas, ativando temporalidades, percebendo conceitos, incorporando linguagem que desparafusa e afeta sentidos em todas as direções.

Edith Derdyk  tem realizado exposições coletivas e individuais desde 1981 no Brasil (Museu de Arte Moderna- SP e RJ; Pinacoteca do Estado de São Paulo, Centro Cultural Banco do Brasil-RJ; Museu de Arte de São Paulo, Centro Cultural São Paulo, Instituto Tomie Ohtake, entre outras) e no exterior (México, EUA, Alemanha, Dinamarca, Colômbia, Espanha, Portugal, França, Suécia). Contemplada com bolsas e prêmios, entre  estes em 2022 Bolsa pesquisa pelo Pollock-Krasner Foundation. Autora de livros tais como  Entre ser  um e ser  mil –  o objeto livro e suas poéticas; Disegno.Desenho.Desígnio; Linhas de Horizonte: por uma poética do ato criador;  Formas de pensar  o desenho, entre outros. Autora /ilustradora de  livros infantis  e letrista de canções pelo selo Palavra Cantada e parceira do espetáculo Catopleia –alegorias musicais, com Luz Marina. Atualmente coordena  a Pós Graduação Lato Sensu  “Caminhada como método para Arte e Educação” na A Casa Tombada. 

Para acessar o trabalho da artista: 

https://issuu.com/livroedithderdyk/docs/livro_edith_derdyk

http://cargocollective.com/edithderdyk    



Encontro 2 - quarta-feira, 08/05/24 das 19h30 às 21h


A escrita é isso: porosidade máxima                           

A escrita pode nos ajudar a abrir as nossas pálpebras da atenção? Alguma vez alguém já experimentou isso? Ao escrever, uma profunda intimidade onde tudo ressoa, ouve-se  uma música ou enxerga-se o azul profundo de antes dos nomes, sente-se a respiração das coisas vivendo? Uma alegria avassaladora, inquestionável?

Sim, porque a linguagem é uma pele. Uma experiência física. E, o estado de atenção que a escrita nos convida pode ser um acontecimento vivificante em nós. Escrever pode ser uma forma de contemplar. E contemplar é uma maneira de cuidar, de distanciar de tudo em nós que se assemelha à avidez, expectativa, generalizações, projetos.

Acredito que nesse momento algo do mundo se abre como uma noz. 

A escrita é isso: porosidade máxima da pele da linguagem.

Ângela Castelo Branco - Escritora e arte educadora. Doutora em Artes pelo Instituto de Artes da Unesp. Mestre em Educação pela Unesp. Fundadora d’A Casa Tombada- Centro de Estudo e Pesquisa em Arte, Educação e Cultura. Criadora do curso de pós-graduação Gestos de Escrita como prática de risco. Autora do livro “Epidermias”, ProAc- Publicação de Livros, pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo e do livro "É vermelho o início da árvore", premiado pela Funarte, MinC, Bolsa de Criação Literária.



Encontro 3 - quinta-feira, 09/05/24 das 19h30 às 21h


Corpo/balaio                                                                               

As crianças conhecem o mundo tateando e degustando as minúcias do desconhecido. Pesquisadoras   percebem as nuances  dos micro territórios. Nesse encontro  vamos investigar  nossos corpos, constituídos dessas experiências, guardadas em diferentes lugares. 

Stela Barbieri é artista, educadora, curadora, autora e contadora de histórias. Dirige o bináh espaço de arte, um lugar de arte, educação e invenção. Foi diretora da ação educativa do Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, curadora educacional da Fundação Bienal de São Paulo e assessora na área de arte e educação para várias escolas e museus em diferentes estados do país. Publicou materiais educativos para instituições culturais, livros para professores e 30 livros para o público infanto-juvenil. Ao longo de sua trajetória como artista, vem pesquisando as materialidades e a relação da fabulação e da invenção com diversos públicos, propondo obras oficinas. Realiza exposições, espetáculos e ministra cursos que entrelaçam arte, educação e narração de histórias, no Brasil e no exterior.





Encontro 4 - sexta-feira, 10/05/24 das 19h30 às 21h


Observar o mundo vivo            

A observação de seres vivos tem características diferentes da observação de objetos em geral. Os seres vivos, tal como nós, estamos em permanente movimento, em permanente vir a ser, em permanente desdobrar-se. O que acontece com a nossa atenção, com a nossa mente, torna-se também objeto de nossa observação, à medida em que se move em direção ao ser observado. A observação da Natureza é participativa, pois quando observamos profundamente, passamos a participar do mundo daquele ser, e ele do nosso. Não há separação entre sujeito e objeto. Orientam esta abordagem a fenomenologia goetheana, a ecologia profunda e as práticas de Sharing Nature. Peço aos alunos terem um pequeno vaso de planta ao seu lado durante a aula. 

Rita Mendonça - Facilitadora de processos de aprendizagem com a Natureza, desenvolvendo uma abordagem que parte da experiência direta e sensível com os seres mais que humanos como base para a compreensão do mundo e da participação de cada um nele. Co-fundadora, coordenadora e professora no Instituto Romã de Vivências com a Natureza, coordenadora da Sharing Nature Worldwide no Brasil, é parte do coletivo e também professora da Escola Schumacher Brasil. Idealizadora e co-coordenadora do curso de pós-graduação A Natureza que Somos filosofias e práticas para uma atuação genuína no mundo, pel’A Casa Tombada, É escritora com diversos artigos e livros.




Encontro 5 - Terça-feira, 14/05/24 das 19h30 às 21h

Laboratórios estéticos, regimes de atenção e corpo multissensorial: a observação para além da visão                   

Diante do acoplamento maciço e ininterrupto da subjetividade contemporânea com celulares e redes sociais, a atenção adoece e sua disponibilidade para a apreciação estética, a formação de vínculos e de grupalidade encontra-se bastante reduzida. O que predomina é a atenção dispersa, que desliza na barra de rolagem infinita, a aceleração cognitiva, o sentido visual e o corpo inerte. Neste contexto, os laboratórios estéticos de atenção apresentam-se como ecossistemas capazes de reativar o corpo multissensorial e desacelerar a observação, suscitando regimes de atenção concentrada e aberta ao plano dos afetos, que criam condições para conexões e experiências compartilhadas. 

Virgínia Kastrup é Doutora em Psicologia Clínica (PUC-SP), Professora Titular do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e bolsista PQ do CNPq na área de Psicologia Cognitiva. Suas pesquisas se articulam em torno do problema da invenção, com desdobramentos sobre a aprendizagem, a atenção, a arte e a deficiência visual. Publicou A invenção de si e do mundo (2007), Políticas da Cognição (Kastrup, Tedesco e Passos, 2008), Histórias de cegueiras (Kastrup e Pozzana, 2016), Cegueira e Invenção (2018) e A atenção na cognição inventiva: entre o cuidado e o controle (Kastrup e Caliman, 2023). É uma das organizadoras de Pistas do Método da Cartografia v.1 (Passos, Kastrup e Escóssia, 2009), Pistas do Método da Cartografia v.2 (Passos, Kastrup e Tedesco, 2014), Exercícios de ver e não ver: arte e pesquisa com pessoas com deficiência visual (Moraes e Kastrup, 2010) e Movimentos micropolíticos em saúde, formação e reabilitação (Kastrup e Machado, 2016).



Encontro 6 - Quarta-feira, 15/05/24 das 19h30 às 21h

Th(r)ough the eyes (Is): modos de observação do céu/f a par(t)ir (d)o céu da boca     

Qual a relação entre observação e alimentação? Seria apenas entre o que vemos através dos olhos e nossos pessoares, ou há aí algo a mais? O que aconteceria, por exemplo, com nossos entendimentos sob/re essas temáticas se assumíssemos que o comer não começa na boca (mas na terra) e que o movimento da mandíbula não é diferente do movimento do cosmos? E se abríssemos o céu(f) da boca e experimentássemos (com) essa cosmicidade a par(t)ir (de) outros olhos? Em meio a essas perguntas e tantos outros pala(vra)dares, esse e(m)contro oferenda ingr[a]dientes para saborearmos e inventar(iar)mos outras perspectivas e pensensações sobre nossos modos de presentificar, com/er, cor/par e (des)ver (n)o banquete da cri/atividade da vida, do vivo e do cosmos.

 E(m)saísta, Alexis Minilopoulos: vem saboreando o que mais a vida pode, pode ser e fa(s)er em (e como) meio e ingr[a]diente dessa farofa(da) cósmica que é viver. Caipiradotôioguesertanejo, também vem experimentando (com) diferentes formas de experiênciapercepçãopensensação e distintos modos de invençãoprodução do céu/f a par(t)ir (de) outr(id)a(de)s(,) cosmonáuticas, ar(te)rrania(s), ter(r)apêuticas e outros modos de fa(s)er co(r)po, (c)asa, cu(í)a e cosmos.



Encontro 7 - Quinta-feira, 16/05/24 das 19h30 às 21h

Espaço da Escuta, Paisagens da Percepção: contemplação e criação de Paisagens Sonoras      

Encontro que tem como proposta a apreciação de paisagens sonoras gravadas e recriadas, e a discussão em torno de suas aplicabilidades nas artes, na música e na ciência. O artista Dudu Tsuda realizará uma breve contextualização histórica do interesse da humanidade pelos sons, e compartilhará estudos de caso alicerçados por exemplos audiovisuais.  

Dudu Tsuda é artista multimídia, artista sonoro, músico, compositor, performer, produtor musical e professor do curso de pós-graduação em Música e Imagem da Faculdade Santa Marcelina. Fundador e diretor do selo de música experimental e arte sonora ALEA experimental. Doutor pelo programa de Artes do Instituto de Artes da UNESP-SP (bolsista CAPES). Mestre pelo programa Tecnologias da Inteligência e Design Digital PUC-SP (bolsista CAPES). Graduado em Comunicação em Multimeios PUC-SP. Realizou programas de residência artística, exposições, intervenções urbanas, performances e concertos em diferentes países como França, Japão, Canadá, Colômbia, Bolívia, Espanha, Alemanha e Brasil .Contemplado por diferentes prêmios no Brasil e no Japão pela realização de seus trabalhos e por colaborações com dança contemporânea e cinema, dentre eles ‘Melhor Trilha Sonora Original’ no 49o. Festival Internacional de Cinema de Brasília em 2016 e o ‘8o. Tokyo Experimental Festival’ – Tokyo Wonder Site / TOKAS em 2013.



Encontro 8 - Sexta-feira, 17/05/24 das 19h30 às 21h

A fruição estética e a arte contemporânea

O objetivo do encontro é examinar as modalidades de fruição estética na arte contemporânea. Para tanto, serão destacadas formas artísticas de resistência ou negatividade (obras como pinturas, vídeos, esculturas, ou instalações) produzidas dos anos 1970 aos anos 2000.

Ricardo Nascimento Fabbrini é professor livre-docente de estética do Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP) e do Programa de Pós-Graduação Interunidades em Estética e História da Arte (PGEHA-USP). Possui graduação em filosofia; mestrado; doutorado e licenciatura pela USP. É autor de “O Espaço de Lygia Clark” (Atlas) e “A arte depois das vanguardas” (Unicamp/Fapesp), entre outras publicações.



Encontro 9 - Terça-feira, 21/05/24 das 19h30 às 21h

Na encruzilhada do olhar

O Brasil é entre tantas coisas uma encruzilhada cultural, como existir neste cruzamento de linguagem, reconhecer novos vocabulários, suporte, dinâmicas de observação? A proposta do encontro virtual é visitar com os participantes, obras, artistas e movimentos culturais brasileiro e latino americano a partir do cosmo sentido africano - yorubá,  vetores construtivos da cultura Brasileira.  O eixo conceitual dos encontros será o orixá Esú, principal divindade africana (povos yorubás), conhecido no brasil e na diáspora africana como o fiscal espiritual e pai da comunicação, o dono de todos  os caminhos do pensamento, o morador da encruzilhada das linguagens artísticas entre tantos outros atributo. A exemplo temos a arte do carnaval, conhecida como a festa de exu no candomblé. 

Moisés Patrício é um sacerdote e artista visual brasileiro, especializado em arte afro-brasileira. Ele é conhecido por criar obras que exploram a rica herança cultural e as tradições da cultura afro-brasileira. Utiliza diferentes técnicas em suas obras, como pintura, desenho, escultura e instalação, e muitas vezes incorpora materiais naturais e elementos simbólicos em suas criações. Suas obras são influenciadas por sua própria experiência pessoal e cultural, bem como por sua pesquisa e estudo sobre a história e a cultura afro-brasileira. Entre os temas que ele aborda em suas obras, estão questões relacionadas à identidade, religiosidade, ancestralidade e resistência. Moisés Patrício é um artista importante dentro do cenário da arte afro-brasileira e tem participado de exposições e eventos em todo o Brasil e mundo.



Encontro 10 - Quarta-feira, 22/05/24 das 19h30 às 21h

A PALAVRA OBJETO 

O poema tem como origem a sua vocalização. A palavra para ser dita precisa estar aninhada no corpo: nos pulmões, no diafragma, nos dentes. Os múltiplos sentidos que o poema provoca, de alguma maneira, reorganizam o corpo de quem fala, mas também de quem escuta. Nesse encontro a ideia é expor textos de trafeguem nas fronteiras (entre a crônica, a poesia e o ensaio) de poetas, filósofos, biólogos e antropólogos. A poesia não tem um lugar. O poeta é um mercador, um traficante e, sobretudo um reformulador de sentidos. A apresentação terá um caráter de declamação (e declaração de bens): tudo a declarar.

Natalia Barros é poeta, cantora, diretora e paisagista. Foi uma das fundadoras do grupo teatral XPTO e da banda LUNI. Trabalhou no programa FANZINE (TV Cultura) e no TELECURSO 2000. Publicou dois livros de poesia: Caligrafias (editora Ofício das Palavras) e Nuvens Ornamentais (selo Demônio Negro, 2016). É uma das curadoras do projeto: LANDSCAPES _ improvisos de poesia e música com Benjamim Taubkin, aonde há anos experimenta a relação entre música e poesia em cena. Dirigiu shows do Pequeno Cidadão, Gangorra, Catopleia, e os shows ROMANCE (I e II) da atriz Marisa Orth. Com a COZINHA PERFORMÁTICA, criou e dirigiu o espetáculo O LIVRO DAS MARAVILHAS em 2019. Dirigiu e criou 03 espetáculos para o Festival da Cultura Inglesa, em 2020, sobre literatura inglesa. Lançou seu terceiro livro A insurreição da Flor (editora Demônio Negro) em 2022.


Investimento

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ou 6x com juros - verifique os valores na inscrição


Descontos especiais

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Solicite o cupom de desconto escrevendo para: acasanuvem@acasatombada.com

 

Bolsa de Estudo

A Casa Tombada, como parte de suas ações para o enfrentamento às desigualdades históricas, ao racismo e às violências estruturais, oferece bolsas integrais de estudo para pessoas negras, indígenas, trans e com deficiência.

Prazo de solicitação de bolsa até o dia 30/04/24

Leia a carta edital: https://docs.google.com/document/d/1KiimCsOIGMRY_TbTelpEzOVNuJy3RZjYvSV5v6Ohj0g/edit?usp=drive_link

Preencha o formulário de solicitação: https://forms.gle/U6c1r3ARwJ9K5heL9

Os estudantes contemplados receberão as informações dos próximos passos por e-mail e WhatsApp após o dia 30/04/24


Dúvidas?

Inscrição, cupom, suporte à plataforma - Chame pela Renata em nosso WhatsApp de suporte: 19 97404-7783

Público alvo

Estudantes de artes, literatura, filosofia, perfomance, fotografia; artistas, poetas, escritores, educadores, filosófos, cientistas, interessados em geral.

3 meses

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Fique tranquilo, você poderá participar desse curso em até 3 meses após a matrícula.

Conteúdo

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  • Sobre A Casa Tombada

    13 pg

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