Ciclo de Estudos Experiência e Paixão: histórias de mediAÇÃO de leitura

Ciclo de Estudos Experiência e Paixão: histórias de mediAÇÃO de leitura

Ciclo de estudos online
  • Início das vendas 30/05/2024

Abertura do carrinho em 30/05/2024

Sobre o Curso


Ciclo de Estudos Experiência e Paixão - Ananda Luz e Cristiane Rogerio




100% online

 12 dias, 15 pessoas trazendo suas formas de pensar e sentir

 Curadoria de Ananda Luz e Cristiane Rogerio

 

Do que, com o que, como podemos escovar as palavras "experiência" e "paixão" quando o assunto é mediar leitura? Pensemos com o filósofo espanhol Jorge Larrosa: "Seja em território de passagem, como lugar de chegada ou como espaço do acontecer, o sujeito da experiência se define não tanto por sua atividade, como por sua passividade, por sua receptividade, por sua disponibilidade, por sua abertura. Trata-se, porém, de uma passividade anterior à oposição entre ativo e passivo, de uma passividade feita de paixão, de padecimento, de paciência, de atenção, como uma receptividade primeira, como uma disponibilidade fundamental, como uma abertura essencial".

Em modo de escavação - inspiradas no poeta Manoel de Barros olhando para os arqueólogos e vendo poesia - Ananda Luz e Cristiane Rogerio convidaram pessoas de chão de mediação de leituras de livros e de literatura para estar conosco partilhando suas experiências e revelando/assumindo/expondo suas paixões. "Se a experiência é o que nos acontece e se o sujeito da experiência é um território de passagem, então a experiência é uma paixão", diz Jorge Larrosa em Experiência e Paixão no livro Linguagem e Educação Antes de Babel, ed. Autêntica, 2004. 

Vamos falar sobre forças diversas, caminhos, veredas possíveis, como nos conduz de belezas a educadora Bel Santos Mayer, uma de nossas convidadas, em seu livro Parelheiros, Idas e Vi(n)das: Ler, Viajar e Mover-se com uma Biblioteca Comunitária, ed. Solisluna/Emília, 2022:

 "É a mediação de leitura, o acolhimento, a hospitalidade que garantem a porta destravada para quem chega, a construção da proximidade entre pessoas e entre pessoas e livros, proporcionando experiências literárias"

 




Como o Ciclo (nos) acontece 

12 dias seguidos, online e ao vivo de 20 a 31/07

12 Encontros de segunda a sexta, das 19h30 às 21h; sábados e domingos das 9h30 às 11h30.

Se você não puder assistir a todos os encontros ao vivo, informamos que eles são gravados e disponibilizados em nossa plataforma de estudos. Os participantes inscritos no ciclo terão 3 meses de acesso às gravações, além do certificado digital de 30h. 

Plataforma de Estudos

Um território de muitos encontros e a guardiã das nossas memórias no ciclo. A Plataforma Digital exclusiva d’A Casa Tombada permite que estudantes possam acessar todos os conteúdos disponibilizados ao longo do ciclo. 


O que as pessoas falam e sentem dos ciclos realizados n'A Casa Tombada





Quem Estará Conosco? Quando?

Curadoria Ananda Luz e Cristiane Rogerio, educadoras e pesquisadoras de livros e infâncias, e que coordenam a pós-graduação O Livro para a Infância, n'A Casa Tombada.


Encontro 1 

Sábado, 20/07/24, das 9h30 às 11h30 

Leituras: desvios dos cursos da vida de uma mediadora e de uma formadora

Professora: Bel Santos Mayer e Ketlin Santos

Bel Santos Mayer   é educadora social, mestra em Turismo pelo Programa de Pós-graduação em Turismo da Escola de Artes, Cultura e Humanidades da USP (PPGTUR/EACH/USP),  Bacharel em Turismo, Licenciada em Ciências Matemáticas, tem especialização em Pedagogia Social. Desde os anos 1980 atua em organizações não governamentais facilitando processos de criação de Centros de Defesa dos Direitos de Crianças e Adolescentes (CEDECAs) e de bibliotecas comunitárias gerenciadas por jovens. Foi uma das criadoras e coordenadoras do Prêmio Educar para a Igualdade Racial do CEERT. É empreendedora social da Ashoka.    É coordenadora do Instituto Brasileiro de Estudos e Apoio Comunitário (IBEAC). É co-gestora da Rede LiteraSampa, finalista do Prêmio Jabuti 2019. Curadora da 11ª Edição do Prêmio São Paulo de Literatura, do Conselho Curador do 63° e 64° Prêmio Jabuti e do Conselho Curatorial do Theatro Municipal de São Paulo. Possui vários artigos publicados sobre Direitos Humanos, Relações Raciais na Educação, Bibliotecas Comunitárias e Formação de jovens leitores. Foi docente  de “Mediação de Leitura” na pós-graduação Literatura para Crianças e Jovens do Instituto Vera Cruz (de ... a ...).

Publicações: Parelheiros idas e vi(n)das: ler, viajar e mover-se com uma biblioteca comunitária, Editora Solisluna e Selo Emília; Nascidos para Ler, no melhor lugar para se viver, Selo Emília; _LiterAção: práticas inovadoras em bibliotecas, Selo Emília.

Prêmios recebidos: Retratos da Leitura no Brasil-2018; Estado de São Paulo para as Artes-2019; 67° Prêmio APCA – Associação Paulista de Críticos de Artes na categoria “Difusão de Literatura Brasileira”; Prêmio Pessoa Inspiradora 2021 - APF - Associação Paulista de Fundações.

 

Ketlin Santos, é educadora social, formada em pedagogia (Feduc), moradora do extremo Sul da cidade de São Paulo/Grajaú. Mediadora de Leitura na Biblioteca Comunitária Caminhos da Leitura, vinculado ao Instituto Brasileiro de Estudos e Apoio Comunitário – IBEAC. Atuante há 13 anos na promoção dos direitos humanos, no enraizamento comunitário e no fortalecimento da educação. Integrante do coletivo Encrespados, organização social liderada por jovens educadores negros dedicados à promoção da educação antirracista no âmbito escolar.

 

Encontro 2 

Domingo, 21/07/24, das 9h30 às 11h30 

Sobre ser ponte entre livros e leitores: um percurso na mediação de leitura

Renata Rossi é jornalista de formação, mediadora de leitura por paixão, Renata Rossi é especialista no Livro para a Infância pel´A Casa Tombada. Atua na área de literatura infantil como mediadora de leitura, escritora e repórter setorial. Por dois anos realizou o projeto Lê no Ninho na Biblioteca Hans Christian Andersen e atualmente desenvolve seu projeto autoral, o Primeiras Leituras, também em outros espaços como livrarias e escolas. Foi tutora de leitura do Programa Myra. Coordenou entre 2022 e 2023 o Programa de Formação de Mediadores de Leitura da A Taba, com mais de 30 profissionais de todo o Brasil. É idealizadora e mediadora do Clube de Leitura das Mulheres Exaustas. Como escritora, publicou de forma independente “Seu Plano Era Cruzar o Oceano”, cobre literatura para as infâncias para o Portal Lunetas e edita as newsletter Primeiras Leituras e Exaustas também leem. 

 

Encontro 3 

Segunda-feira, 22 de julho de 2024, das 19h30 às 21h30

Entre livros e afetos: acolhimento, autocuidado e construção de vínculos no grupo Mulheres Por Si Mesmas

Mayara Moreira é nutricionista, graduada pela Universidade Federal de São Paulo há 11 anos, fez residência multiprofissional em Envelhecimento, e pós graduação em Saúde Pública e Gestão em Saúde. 

Como filha do meio vivencia a mediação desde que se entende por gente, a leitura entra naquele lugar do "o que nos nutre para além da comida?".

Trabalha na atenção básica no SUS há 6 anos, entende que a saúde coletiva deve ocupar todos os espaços possíveis, encontrando casa na Biblioteca Pública Municipal Brito Broca, onde é uma das coordenadoras do grupo Mulheres Por Si Mesmas.

Paula Vasconcelos é graduada em Biblioteconomia pela Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP). Possui pós-graduação em O livro para a infância: processos contemporâneos de criação, circulação e mediação pela A Casa Tombada. Atualmente é Bibliotecária na Biblioteca Pública Municipal Brito Broca, onde atua no atendimento aos frequentadores, na organização do acervo e como mediadora de leitura em diversos projetos, dentre eles o grupo Mulheres Por Si Mesmas.

 

Encontro 4 

Terça-feira, 23 de julho de 2024, das 19h30 às 21h30

Mediação em movimento: o livro, o vazio e a dança

Letícia Liesenfeld é Leticia Liesenfeld Erdtmann | Atriz, contadora de histórias e professora. Doutoranda em Teatro /UnB. Mestre em Comunicação e Artes UNL (Lisboa) e Bacharel em Artes Cênicas /UFRGS. Atua desde 1997 em produções de teatro e dança (Brasil, Portugal e França) e desde 2003 como contadora de histórias (Brasil, Portugal e Alemanha). Coloca em diálogo a leitura e a narração de histórias com o território da dança contemporânea. Professora e orientadora de estudos na Pós-graduação Narração Artística: convite às práticas e poéticas das oralidades na arte e na educação, professora convidada no curso de Pós-graduação O Livro para a Infância - processos contemporâneos de criação, circulação e mediação e professora convidada no curso de Pós-graduação Gestos de Escrita como prática de risco, os três projetos online n'A Casa Tombada (SP). Professora no curso livre online A Escrita Expandida, da f508.art (SP e Lisboa). Ministra cursos livres e seminários nos campos da mediação da leitura, narração oral artística, corpo e vocalidade. Pesquisa sobre poéticas da intimidade e sobre o papel da atmosfera na narração de histórias.

 

Encontro 5 

Quarta-feira, 24 de julho de 2024, das 19h30 às 21h30 

Palavra também é brinquedo

Tino Freitas é escritor, músico, jornalista, especialista em Literatura Infantil, contador de histórias e mediador de leitura. Tem mais de 40 livros publicados. Suas obras caracterizam-se pelo humor, a crítica social e o experimento com o suporte (papel/folha/livro objeto) enquanto importante elemento condutor da narrativa. Alguns dos seus títulos receberam prêmios como o Jabuti, o Selo Altamente Recomendável para Crianças, da FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil), além de integrarem seleções de destaque nacional (Selo DISTINÇÃO da Cátedra Unesco de Leitura PUC-RIO e Os 30 Melhores Livros do Ano, da Revista Crescer) e internacional (The Braw Amazing Bookshelf, da Feira de Bologna). Tem obras selecionadas e distribuídas em programas de leituras como PNBE, PNAIC, PNLD Literário e o LEIA COM UMA CRIANÇA.

 

Encontro 6  

Quinta-feira, 25 de julho de 2024, das 19h30 às 21h30 

Estar de fora é como estar morto em um corpo vivo’: o que é importante contar

Magno Rodrigues Faria é Filho de Guaianases, é pedagogo formado pela Faculdade de Educação da USP com experiências nas redes pública, privada e terceiro setor. Possui especialização em " Arte de Contar Histórias - Abordagens poética, literária e performática" pela A Casa Tombada.  Foi supervisor de educadores na Bienal de Artes de São Paulo e educador de artes pelo Instituto Tomie Ohtake no projeto "Jovens Emergentes" na comunidade de Heliópolis. Desde 2010 trabalha regularmente como educador de biblioteca pelo ateliescola Acaia, onde exerce hoje a coordenação geral da escola e da biblioteca. Gestor do Instituto Çarê em conjunto do coletivo @vozes_perifericas de 2019 a 2022. Contador de histórias em espaços de cultura como A Casa Tombada, Centro Cultural SP, Biblioteca Mário de Andrade, Itaú Cultural, Quintal da Cultura - TV Cultura, Museu da Língua Portuguesa, Biblioteca Comunitária Caminhos da Leitura, Feira Preta, Terça Afro, Mostra Cultural da Cooperifa entre outros. Também promove oficinas que envolvam a palavra (como a oficina "Verdade ou Mentira" promovida nos SESCs Santos e Santana). Colaborador (júri em 2016) da revista Emília no projeto “Destaques da Revista Emília” de 2013 a 2018. Pré-Júri do prêmio Barco a Vapor da editora SM em 2020 e professor convidado da pós "Literatura para crianças e jovens" do ISE Vera Cruz, “O livro para a infância: processos de circulação e mediação contemporâneos” e “Narração Artística: Caminhos para contar história em contexto urbano” d’A Casa Tombada. Co-curador do Ciclo Palavras Mágicas.

 

Encontro 7 

Sexta-feira, 26 de julho de 2024, das 19h30 às 21h30 

Mediação de leitura: uma paixão que não envelhece

Stela Battaglia é professora e 1968 marca o ano de sua formatura, o que é muito significativo para ela, concluindo o que é conhecido hoje como Ensino Médio. Seguiram-se outras formaturas - curso universitário: História (USP) e pós-graduação (mestrado e doutorado- Faculdade de Educação- USP). O trajeto profissional percorreu muitos caminhos e a levou a estudar Literatura Infantil, área pela qual me apaixonei. Passou a trabalhar com análise de livros para crianças e seleção de acervos para a prefeitura municipal de São Paulo. Juntou, depois, minha curiosidade  e gosto pela leitura, chamando a professora que vivia dentro da mocinha de 68. Hoje ainda atua como analista de livros para a infância e ministra aulas na pós-graduação O Livro Para a Infância, n' A Casa Tombada, compartilhando experiências com outras educadoras.

 

Encontro 8

Sábado, 27 de julho de 2024, das 9h30 às 11h30

Mediação como criação: bebês, livros e materialidades

Camila Feltre é doutora e mestra em Arte Educação no Instituto de Artes da Unesp e autora do livro É um Livro? – Mediações e Leituras Possíveis (Ed. Unesp), fruto de sua pesquisa de mestrado. Por cinco anos fez parte do coletivo de coordenação da pós-graduação O Livro Para a Infância, n' A Casa Tombada, onde permanece como professora e pesquisadora. No doutorado, focou seus estudos no processo de criação de livros como espaço de formação. Atuou como educadora em instituições culturais como o Centro Cultural São Paulo, o Espaço de leitura (que fica dentro de um parque, o Parque da Água Branca) e a Casa das Rosas, um museu dedicado à poesia e literatura.

 

Encontro 9 

Domingo, 28 de julho de 2024, das 9h30 às 11h30

Makulu: dialogando com/entre bibliotecas vivas

Eva Dayane Jesus dos Santos é Mulher indígena-afro dos povos Tupinambá -kariri-Bantu, Filha de Dona Lúcia, mãe do Joaquim, bibliotecária na UFRB, pesquisadora, tutora na educação EAD UDESC, conselheira no Conselho Regional de Biblioteconomia BA/SE - CRB5, escritora, contadora de histórias,  poetisa. Na acadêmica sou, extencionista na UFRb, conselheira municipal no Conselho de Promoção da Igualdade racial e combate à Intolerância religiosa em Santo Antônio de Jesus - COMPIRSAJ, integrante do grupo de pesquisa Negras, especialista em Gestão Governamental pela UNEB (2012-2014), Mestra em Ciência da Informação pela UFBA (2019-2022) e doutoranda em Ciência da Informação pela UNESP (2024-).

 

Encontro 10 

Segunda-feira, 29 de julho de 2024, das 19h30 às 21h20 

Agbala Conta: quantas Áfricas têm na África.

Giselda Perê é artista e educadora há mais de 20 anos, Mestra em Arte/Educação pelo Instituto de Artes da Unesp, fundadora do Agbalá Conta - Núcleo de pesquisa e narração de histórias das culturas negras.

 

Encontro 11 

Terça-feira, 30 de julho de 2024, das 19h30 às 21h30

Outras artes e linguagens a partir do livro

Yuri de Francco é escritor, ator e arte-educador. Desenvolve pesquisa em diversas linguagens artísticas para o público infantil, tais como teatro, literatura e música. É criador do podcast Histórias do mundo, no qual fala sobre literatura infantil e juvenil e faz parte da Cia Teatro InComum. É autor de O Menino Que Virou Chuva (ed. Caixote), com Renato Moriconi; A Linha (ed. Devora), com Priscilla Ballarin; O Menino, O Pai e a Pinha (ed. Ciranda Cultural), com Ionit Zilberman. Já esteve duas vezes como finalista do Prêmio Jabuti. 

 

Encontro 12 

Quarta-feira, 31 de julho de 2024, das 19h30 às 21h30

Agora é fazer girar: o percurso da escovação do termo "mediação de leitura" 

Ananda Luz é educadora, pesquisadora e curadora. Tem atuação no campo da Educação, Infâncias, Relações Étnico-Raciais e Literatura Infantil. Pedagoga, mestra em Ensino e Relações Étnico-Raciais (PPGER-UFSB) e especialista no Livro para infância n’A Casa Tombada, instituições em que desenvolveu pesquisas sobre literaturas infantis e educação antirracista. Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Difusão do Conhecimento (UFBA-IFBA-UNEB) pesquisando infâncias que vivem na beira da BR-101 no Extremo Sul baiano. Atua como professora e nas coordenações professora e coordenadora da pós-graduação O Livro Para Infância (com Cristiane Rogerio) e Educação e Relações Étnico-Raciais (com Jéssica Silva) n’A Casa Tombada-SP. Realiza curadoria de acervo literário e artístico e consultoria na área de atuação. Fez a curadoria do acervo das bibliotecas da Ong Vaga Lume – 2022, a curadoria da Exposição Karingana – presenças negras no livro para as infâncias no SESC – Bom Retiro e a co-curadoria da exposição Padê: artistas negros no livro da Editora Caixote na Galeria Página. Jurada dos 30 Melhores Livros do Ano da Revista Crescer (2024, 2023, 2022 e 2021) e do Leia com uma criança do Itaú em 2023. Já realizou diversas palestras, cursos, oficinas sobre as temáticas de sua pesquisa e tem uma ampla produção bibliográfica. Teve dois projetos contemplados pela Lei Paulo Gustavo: Bamberê – entre livros e infâncias e Odú: Arte e Territorialidade, este em conjunto com Jéssica Silva. Participou do projeto-livro que nasce da escuta de muitas crianças moradoras das favelas da Maré, onde foi escriba, com a Isabel Malzoni, do livro “Eu devia estar na escola” pela editora Caixote. 

Cristiane Rogerio é mestra em Arte Educação, pelo Instituto de Artes da Unesp, onde narrou a criação, os caminhos e aprendizados na construção e exercício do curso de pós-graduação lato sensu O Livro para a Infância, na qual é coordenadora desde 2016 n’A Casa Tombada. Jornalista, atualmente é colunista da Revista Crescer (onde está desde 2005 e foi editora por 8 anos) e coordena a Lista dos 30 Melhores Livros Infantis do Ano, onde também produz reportagens e entrevistas em torno do tema. É criadora do blog Esconderijos do Tempo e autora dos livros Carmela Caramelo (com André Neves, pela Editora Cortez) e Bebês do Brasil (com a Crescer, pela Editora Globo). Realiza trabalhos de curadoria, cursos e palestras em diversas instituições como a Rede Sesc de São Paulo e escolas privadas. Hoje faz parte do Conselho do Plano Municipal do Livro, Leitura, Literatura e Biblioteca da Cidade de São Paulo. 

 

Investimento

R$ 360,00 em 3x sem juros

ou 6x com juros - verifique os valores na inscrição

Descontos especiais

10% para professores e educadores sociais

Utilize o cupom: 10professornociclo

20% para estudantes e ex-estudantes de cursos livres d'A Casa Tombada

30% para estudantes e ex-estudantes de pós-graduações d'A Casa Tombada

30% para quem já participou dos Ciclos de estudo em 2023 e 2024

Solicite o cupom de desconto escrevendo para: acasanuvem@acasatombada.com

 

Bolsa de Estudo

A Casa Tombada, como parte de suas ações para o enfrentamento às desigualdades históricas, ao racismo e às violências estruturais, oferece bolsas integrais de estudo para pessoas negras, indígenas, trans e com deficiência.

Prazo de solicitação de bolsa até o dia 10/07/24

Leia a carta edital: https://docs.google.com/document/d/1m07RekfmwZXT1JLMw8q-F-UIgITOoBHSAEeoa_ImxKY/edit?usp=drive_link

Preencha o formulário de solicitação: https://forms.gle/cVgyJS6Vz7fRgEHBA

Os estudantes contemplados receberão as informações dos próximos passos por e-mail e WhatsApp após o dia 15/07/24

 

FAQ

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Estude quando e onde quiser

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