A palavra “Simpósio” tem origem grega: sympósion, que significa "banquete, festim".
Na antiga Grécia, o simpósio ocorria na segunda parte de um banquete ou festa, durante o qual os convidados bebiam e travavam diálogos e conversas intelectuais.
Conversas sobre a Emergência do Amor na Educação
Coordenação: Mariana Roncarati
Dia 12/04/25 das 9h às 18h
Local: A Casa Tombada - Centro de Estudo, Pesquisa e Experimentação em Arte, Educação e Cultura
Rua Ministro Godói, 333 - Perdizes - São Paulo/ SP (em frente ao Parque da Água Branca)
Mapa - https://maps.app.goo.gl/9s5XLJEXFk3LuzK16
Investimento - R$ 180,00 em 4x sem juros ou em 10x com juros - verifique o percentual no ato da inscrição.
Certificado de 8h
Vagas limitadas
“Ama-se na medida em que se busca comunicação, integração a partir da comunicação com os demais. Não há educação sem amor” ,FREIRE, Paulo. Educação e mudança. São Paulo: Paz e Terra, 2011, p. 36.
Sobre o Simpósio
Com seriedade e alegria, rigor e leveza, amorosidade e cientificidade, convidamos a todas e todos para participarem em nosso Iº SIMPÓSIO Conversas que Importam n'A Casa Tombada: Conversas sobre a Emergência do Amor na Educação.
A conversa proposta neste Simpósio é sobre a emergência do amor na educação. Emergência com duplo sentido: emergir, despontar, aparecer, trazer à tona e, também, o sentido de urgência de a Educação abraçar e debater o amor em profundidade.
bell hooks reflete sobre a ausência de debate público e de políticas públicas relacionadas à prática do amor em nossa cultura, afirmando a necessidade de vivermos em uma ética amorosa. Nesse sentido, a proposta desse Simpósio é uma ação modesta, porém corajosa, de debatermos sobre o amor. Ousar falar em amor para enfraquecer o desamor, como nos orienta Paulo Freire.
Esse é um convite para conversas sobre o amor, com a certeza de que esse é um dos pilares fundamentais da Educação e do ato de educar.
“Em matéria de contribuir para fazer o mundo, o nosso mundo, menos ruim, não temos porque distinguir entre ações modestas ou retumbantes.Tudo o que se puder fazer com competência, lealdade, clareza, persistência, somando forças para enfraquecer as forças do desamor, do egoísmo, da malvadez, é importante”, FREIRE, Paulo. Professora sim, tia não: cartas a quem ousa ensinar. São Paulo: Olho d’Água, 2009, p.74.
Giuliano Tierno, Doutor e Mestre em Artes pelo Programa de Pós-Graduação do Instituto de Artes da Unesp. Licenciatura plena em Educação Artística - Habilitação em Artes Cênicas pelo Instituto de Artes da Unesp. Sócio-fundador d´A Casa Tombada [Lugar de Arte, Cultura, Educação] na cidade de São Paulo. Coordenador Geral dos cursos de pós-graduação d’A Casa Tombada. Idealizador, coordenador e professor do curso de pós-graduação lato sensu Narração Artística: Caminhos para contar histórias em contexto urbano, pel'A Casa Tombada. Assessor do currículo do componente Arte do Novo Ensino Médio da Secretaria de Educação da Cidade de São Paulo. Assessor do currículo do Ensino Fundamental e Médio, do componente Arte, da Secretaria Estadual do Rio Grande do Norte. Foi professor colaborador do Programa de Mestrado Profissional. Prof. Artes do Instituto de Artes da UNESP. Coordenou a área de Artes do Colégio Augusto Laranja (2014-2021). Palestrante e assessor da Área de práticas literárias e orais nos níveis de ensino da Educação Infantil ao Ensino Médio. Professor do curso de pós-graduação A Arte de Ensinar Arte pelo Instituto Singularidades. Foi coordenador de Programas e Projetos da CSMB da SMC. Foi Diretor de Curadoria e Programação do CCSP. Foi Diretor da Divisão de Ação Cultural e Educativa do CCSP. Foi Curador Educativo do Centro Cultural São Paulo. Integra o Grupo de Estudos e Pesquisas em Experiências de Formação - Roda-Línguas, Unesp, desde 2006. Organizador do livro A Criança de 6 anos - Reflexões e Práticas (2008 e 2012), pela editora Meca. Co-autor do livro Contos do Quintal (2007), editora Globo. Autor de contos publicados nas revistas Crescer e Direcional Educador. Organizador e autor do livro A Arte de Contar Histórias: Abordagens poética, literária e performática, pela editora Ícone, 2010. Organizador e autor do livro Narra-te cidade: pensamentos sobre a arte de contar histórias hoje, pel’A Casa Tombada Edições, 2017.
Mariana Roncarati é Doutora em Educação (PUC-Rio), Mestre em Educação (UNIRIO), Especialista em Educação Infantil (PUC-Rio), Graduada em Psicomotricidade (IBMR), Psicanalista. Formada em Terapia Psicomotora de base psicanalítica (CERM), Certificada em Inteligência Emocional (PUC-RS). Atua há 20 anos na área das Infâncias e da Educação, dedicando-se a trabalhos em escolas, formação de professores e pesquisas em universidades. Em longa trajetória profissional, atuou tanto na rede privada quanto na rede pública: em Universidades, como pesquisadora e professora, e em escolas, como professora, orientadora educacional, coordenadora e psicomotricista. Tem dedicado, há mais de 15 anos, especial foco em estudos, pesquisas e práticas sobre questões emocionais, afetivas e socioemocionais na educação. Atende em consultório particular com Terapia Psicomotora para crianças e Orientação Parental.
Rodrigo Carrancho educador, pesquisador e fundador da Escola Aberta do Cuidado. Profissional com 20 anos de experiência no campo do cuidado ligado à territórios diversos, saúde pública e cultura do cuidado.
Idealizador do Projeto do Andarengo: Pesquisa-expedição por onde percorreu mais de 20.000km pelo território brasileiro, pesquisando cultura do cuidado a partir de histórias do Brasil profundo em comunidades tradicionais. Foi gestor no Sistema Único de Saúde no Rio de Janeiro e em São Paulo, onde atuou em posição estratégica na construção de políticas públicas para o cuidado. Na Escola Aberta do Cuidado dedica-se a promoção da Cultura do Cuidado em percursos formativos que se relacionam com a escuta, tecnologias ancestrais de cuidado e cenários futuros a partir do diálogo entre saberes tradicionais e princípios interdisciplinares.
Silvane Silva, doutora em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP) com a tese O Protagonismo das Mulheres Quilombolas nas Lutas por Direitos em Comunidades do Estado de São Paulo (1988-2018). Em 2018 participou do Programa de Incentivo Acadêmico Abdias Nascimento, como pesquisadora visitante no Centro de Estudos Latino-Americanos da Universidade da Flórida (EUA). É coorganizadora do livro Narrativas Quilombolas: dialogar, conhecer, comunicar (Imprensa Oficial, 2017). Autora do prefácio à edição brasileira de Tudo sobre o amor: Novas perspectivas, de bell hooks (2021). Atua como professora e pesquisadora nas Áreas de Relações Raciais, História e Cultura Afro-brasileira, Educação Antirracista, Educação Escolar Quilombola e Indígena.
O Simpósio ocorrerá da seguinte maneira: teremos 4 temas de conversas e, após cada tema ser apresentado pela/o convidada/o, será aberta uma conversa com duração de 1 hora entre todas as pessoas participantes.
Chegada público - 9h
Início - 9h30
Conversa 1 - das 9h30 às 11h
O amor e sua ética segundo bell hooks com Silvane Silva
Intervalo - das 11h às 11h30
Conversa 2 - das 11h30 às 13h
Cuidar não é amar, mas quase: Cuidado, escuta e outras formas de seguir caminhando” com Rodrigo Carrancho
Almoço - das 13h às 14h30
Conversa 3 - das 14h30 às 16h
O amor mundi: esperançar em tempos de desesperança na educação com Giuliano Tierno
Intervalo - das 16h às 16h30
Conversa 4 - das 16h30 às 18h
Confronto ao desamor e a emergência do amor na educação com Mariana Roncarati
Que nosso Simpósio seja um festejo de boas conversas e ricas partilhas de conhecimentos!
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