O caminho se faz ao caminhar. Cabe ao caminhante jogar entre o mapa dado, a experiência do corpo no território e a disponibilidade para cartografar o lugar em que estamos, porém sempre vislumbrando novos modos de se caminhar.
Considerando o ato de caminhar como uma necessidade fundante da constituição da espécie humana para atravessar os tempos e os espaços – desde as rotas migratórias arcaicas até os fluxos globais, a Ciência se faz presente como instrumento de decodificação da Natureza, garantindo a sobrevivência da espécie – seja na observação das estrelas às correntes marítimas, da formação geológica da terra à construção de ideia de natureza e paisagem, bem como o significado da dimensão simbólica e real do encontro com o desconhecido que o ato de caminhar proporciona aos caminhantes - desde os nômades arcaicos aos atuais viajantes.
Como cartografar a experiência de um corpo no território?
Que território é este?
Para isso, contaremos com a presença de:
agosto - Invenção da natureza : convidada Rita Mendonça
setembro - Construção da paisagem : convidada Karina Dias
outubro - Caminhada e cartografia: convidada Gabriela Leirias
Sobre as convidadas:
Rita Mendonça
É facilitadora de processos de aprendizagem com a Natureza, desenvolvendo uma pedagogia que parte da experiência direta e sensível com os seres mais que humanos como base para a compreensão do mundo e da participação de cada um nele. É coordenadora no Brasil da Sharing Nature Worldwide, fundadora e coordenadora do Instituto Romã de Vivências com a Natureza, e idealizadora e coordenadora do curso de pós-graduação latu sensu A Natureza que somos-filosofias e práticas para uma atuação genuína no mundo, pelA Casa Tombada.
Karine Dias
Artista e Professora do Departamento de Artes Visuais da Universidade de Brasília, atuando na graduação e pós-graduação na linha de pesquisa Deslocamentos e Espacialidades. Doutora em Artes pela Université Paris I – Panthéon Sorbonne e Pós-doutora em Poéticas Contemporâneas (UnB). Trabalha com vídeo, vídeo-objetos, cartografia e fotografia. É autora do livro: Entre visão e invisão: paisagem (por uma experiência da paisagem no cotidiano) e de vários artigos sobre sua produção poética. Coordena o grupo Vaga-mundo: poéticas nômades (UnB/CNPq). Sua pesquisa está centrada nas poéticas da paisagem e da viagem, na geopoética, nos processos de produção artística, no lugar e seus modos de imaginação. Coordena também o laboratório Desloca do PPGA-UnB. Expõe com regularidade desde o final dos anos 90 e já teve seus trabalhos apresentados em mostras no Brasil, França, Alemanha, Espanha, China e Cuba
Gabriela Leirias
Curadora, pesquisadora realiza projetos de arte contemporânea a partir de discussões sobre território, corporalidades, natureza, cartografias alternativas e arte pública. Mestre e especialista em Artes e graduada em Geografia. Curadora do Projeto Jardinalidades que realiza ações de pesquisa e produção sobre arte contemporânea e território desde 2014.
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